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Lenine e a Maçonaria

✍️ Desconhecido 📅 26/08/2026 👁️ 1 Leituras
Vladimir Ilyich Ulianov, mais conhecido pelo pseudónimo Lenine (1870 – 1924)
Vladimir Ilyich Ulianov, mais conhecido pelo pseudónimo Lenine (1870 – 1924)

Ainda não é possível determinar se Lenine já era Maçom na década de 1890, mas ele trabalhava da mesma forma que os grupos. Os Illuminati, o Grande Oriente, a B’nai B’rith (Filhos da Aliança) e outras lojas maçónicas estavam interessados em agitar os trabalhadores para o alcance de certos objectivos “úteis”. Importa destacar que Lenine e os seus carrascos não trabalhavam para viver. Eles podiam permitir-se viagens pela Europa (então mais caras do que nos nossos dias) e viver luxuosamente. Estes revolucionários profissionais tinham apenas uma tarefa – agitar os trabalhadores. As actividades posteriores de Lenine mostram claramente como ele seguia a linha de Adam Weishaupt.

Várias fontes revelam que Lenine se tornou um Maçom quando viveu no exterior em 1908. Uma dessas fontes é uma investigação completa: “Da Maçonaria no Exílio Russo” de Nikolai Svitkov, publicado em Paris em 1932. Segundo Svitkov, os mais importantes maçons da Rússia eram Vladimir Ulyanov – Lenine, Leon Trotsky (Leiba Bronstein), Grigori Zinoviev (Gerson Radomyslsky), Leon Kamenev (na verdade Leiba Rosenfeld), Karl Radek (Tobiach Sobelsohn), Maxim Litvinov (Meyer Hennokh Wallakh), Yakov Sverdlov (Yankel-Aaron Solomon), L. Martov (Yuli Zederbaum) e Maxim Gorky (Alexei Peshkov), entre outros. De acordo com o cientista político austríaco Karl Steinhauser, na sua obra “EG – Die Super-UdSSR von Morgen” (“União Europeia – A Super União Soviética do Futuro”, Viena, 1992, p. 192), Lenine pertencia à loja maçónica Art et Travail (Arte e Trabalho).

O famoso político britânico, Winston Churchill, também confirmou que Lenine e Trotsky pertenciam ao círculo dos conspiradores maçónicos e iluministas (Illustrated Sunday Herald, 8 de Fevereiro de 1920).Lenine, Zinoviev, Radek e Sverdlov também pertenciam à B’nai B’rith. Pesquisadores especialistas nas actividades da B’nai B’rith, como Schwartz-Bostunich, confirmam essa informação (Viktor Ostretsov, “Maçonaria, Cultura e História Russa”, Moscou, 1999, pp. 582-583).Lenine era um Maçom de 31º grau (Grand Inspecteur Inquisiteur Commandeur) e membro da loja Art et Travail na Suíça e na França (Oleg Platonov, “A Coroa de Espinhos da Rússia: A História Secreta da Maçonaria”, Moscou, 2000, parte II, p. 417).

Quando Lenine visitou o quartel-general do Grande Oriente na Rue Cadet em Paris, ele assinou o livro de visitantes (Viktor Kuznetsov, “O Segredo do Golpe de Outubro”, São Petersburgo, 2001, p. 42).Junto com Trotsky, Lenine participou da Conferência Maçónica Internacional de Copenhague em 1910 (Franz Weissin, “Der Weg zum Sozialismus” (O Caminho para o Socialismo), Munique, 1930, p. 9). A socialização da Europa estava na agenda. Alexander Galpern, então secretário do Supremo Conselho Maçónico, confirmou em 1916 que havia bolchevistas entre os maçons. Posso ainda mencionar Nikolai Sukhanov (na verdade Himmer) e N. Sokolov.

Segundo o testemunho de Galpern, os maçons também ajudaram Lenine financeiramente na sua actividade revolucionária. Isto foi comprovado por um conhecido Maçom, Grigori Aronson, no seu artigo “Maçons na Política Russa”, publicado em Novoye Russkoye Slovo (New York, 8-12 de Outubro de 1959). O historiador Boris Nikolayevsky também menciona isto no seu livro “Os Maçons Russos e a Revolução” (Moscou, 1990).Em 1914, dois bolchevistas, Ivan Skvortsov-Stepanov e Grigori Petrovsky, contactaram o Maçom Alexander Konovalov para obter ajuda económica. Este se tornou um ministro durante o Governo Provisório. A Rádio Rússia também falou sobre as actividades de Lenine como Maçom em 12 de Agosto de 1991.”

Gabriel Campos de Oliveira

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