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Explorando o termo: Colunas

Desde tempos imemoriais, a presença de estruturas verticais monumentais tem pontuado a paisagem humana, servindo não apenas como elementos de suporte físico, mas como potentes símbolos de força, estabilidade e ordem. Na arquitetura clássica, essas majestosas elevações eram os pilares sobre os quais se erguia a magnificência de templos e palácios, sustentando tetos e arcos, e definindo espaços sagrados e profanos. Sua função primordial era a de carregar o peso da edificação, garantindo sua permanência através dos séculos, mas seu significado transcendia a mera engenharia. Elas marcavam entradas, delimitavam naves e portais, e, em sua forma mais icônica, como as que adornavam o Templo do Rei Salomão, representavam a fundação de um ideal divino e terreno, a junção de beleza e solidez. A história da humanidade está repleta de exemplos de como essas estruturas eram vistas como a espinha dorsal de civilizações, encarnando a sabedoria dos construtores, a prosperidade de um povo e a conexão com o transcendente, configurando-se como guardiãs do conhecimento e da tradição, erguidas para resistir ao tempo e à adversidade.

Dentro do contexto da Arte Real, essas mesmas estruturas adquirem uma dimensão simbólica ainda mais profunda, servindo como alicerces invisíveis que sustentam não um edifício de pedra, mas a própria egrégora da Loja e o caráter de seus membros. Elas representam os princípios cardeais que norteiam a conduta de cada obreiro, demarcando os limites da retidão e os caminhos da virtude, da moralidade e do conhecimento. Não são meros ornamentos, mas pontos de referência que organizam o trabalho, a disciplina e a hierarquia, assegurando que cada um ocupe seu devido lugar e contribua para a harmonia do conjunto. A sua disposição no Templo reflete a ordem cósmica e a busca incessante pela Luz, guiando os Aprendizes, Companheiros e Mestres em suas respectivas jornadas de aprimoramento. Elas nos lembram que a verdadeira construção maçônica reside na edificação interior do ser, na lapidação de nossas imperfeições e na sustentação mútua entre irmãos. Assim, essas balizas eternas se tornam a manifestação tangível e espiritual dos ideais de Força, Sabedoria e Beleza, indispensáveis para a perenidade da Ordem e para a constante elevação do espírito humano.


Fonte: A Partir Pedra

O Experto e os jovens Mestres

No seu texto Percurso a Venerável, o José Ruah divulga um trabalho seu, intitulado Cargos de Oficial e Percursos de Progressão REAA - Lojas Azuis, no q...

PUBLICADO EM 26/05/2008
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Fonte: A Partir Pedra

Transição

Os antigos Veneráveis Mestres, quando não tenham ofícios atribuídos, devem manter-se disponíveis para assegurar substituições de Oficiais do Quadro, sempre q...

PUBLICADO EM 20/05/2008
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Fonte: A Partir Pedra

Percurso a Venerável

Volto !!! - espero.O Rui deixou-nos com mais um brilhate texto sobre a " linha de sucessão", no qual nos apresenta a sua visão do fenomeno da continuidade d...

PUBLICADO EM 16/05/2008
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Fonte: A Partir Pedra

A "linha de sucessão"

Já em vários textos que publiquei no blogue, o último dos quais o dedicado ao ofício de Experto, fiz ocasionais referências à "linha de sucessão". Conv...

PUBLICADO EM 15/05/2008
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Fonte: A Partir Pedra

Estranha mulher

Recebi este texto por correio electrónico, enviado pelo PauloFR, já há alguns meses. É da autoria de Maria Ivone Corrêa Dias, membro da Academia Feminina de...

PUBLICADO EM 04/04/2008
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Fonte: A Partir Pedra

Eduardo Gonçalves, maçon exemplar

Foi um Mestre discreto. Ocupava sossegadamente o seu lugar numa das colunas. Raramente intervinha. Quando o fazia, as suas palavras eram parcas, as suas idei...

PUBLICADO EM 24/01/2008
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Fonte: A Partir Pedra

Mais Memoria de Loja

Tem sido designio do actual Veneravel Mestre que se compile o espolio da Loja e que se faça a História da Loja. Ha dois dias fui finalmente ao sitio onde ti...

PUBLICADO EM 16/01/2008
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Fonte: A Partir Pedra

Presença do Conde Lippe em Portugal

A - Introdução Iniciam-se estas reflexões por um ligeiro esboço da situação político/militar em Portugal antes da Guerra dos 7 anos. Procura-se seguidame...

PUBLICADO EM 28/09/2007
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Fonte: A Partir Pedra

Entre o Nono e o Décimo Veneravel

Sabia, mais ou menos, o que o Rui iria escrever sobre esta época da Loja. Tive tempo para pensar sobre se escreveria ou nao sobre este periodo.Só hoje decidi...

PUBLICADO EM 17/09/2007
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Fonte: A Partir Pedra

Três comentários a quatro colunas

Como eu escrevi no texto de ontem, há comentários que seria um desperdício ficarem apenas confinados à caixa dos ditos. É, manifestamente, o caso de três opo...

PUBLICADO EM 10/09/2007
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