O Grão-Mestre Fundador
Fernando Teixeira foi o Grão-Mestre Fundador da Obediência Maçónica Regular Portuguesa, internacionalmente reconhecida, em que se integra a Loja Mestre Affon...
Na senda da antiga sabedoria e da perene busca pela luz, o ofício que vela pela integridade da Lei e pela eloquência da palavra dentro de nossas Lojas assume um papel de inestimável valor. Este cargo, enraizado nas mais profundas tradições da arte real, remonta aos tempos em que a oratória era a espinha dorsal da governação e da transmissão do conhecimento. Historicamente, aquele que o ocupava era o guardião da constituição e dos regulamentos, a voz que assegurava a conformidade dos atos com os princípios e os estatutos da Ordem. Sua função não era meramente de um leitor ou declamador, mas de um intérprete fidedigno, alguém cuja compreensão profunda da doutrina e da jurisprudência maçônica lhe permitia discernir e expor a verdade legal e moral. Era ele o repositório da memória jurídica da Loja, garantindo que cada passo dado estivesse em perfeita harmonia com o legado dos Antigos Deveres e as normas vigentes, conferindo solenidade e legitimidade a todas as deliberações. A palavra proferida por este digno irmão carrega, portanto, o peso da tradição, a autoridade da Lei e a clareza da razão.
No seio da Loja, a atuação deste irmão é o pilar que sustenta a coerência doutrinária e a elevação moral. Durante os trabalhos, é sua responsabilidade a proferição de alocuções que não apenas informam, mas inspiram e elevam o espírito dos obreiros, sintetizando os ensinamentos e extraindo as mais profundas lições das discussões e dos rituais. Ele é o catalisador do pensamento, aquele que, com a força da retórica e a profundidade do conhecimento, reconduz os irmãos ao centro de nossos ideais, lembrando-lhes os deveres para consigo mesmos, para com a Ordem e para com a humanidade. Sua voz é um farol que ilumina os caminhos da virtude, da sabedoria e da fraternidade, assegurando que a egrégora maçônica se mantenha pura e vibrante. Através de suas intervenções, o significado dos símbolos é desvelado, a moralidade é reforçada, e a busca incessante pela perfeição individual e coletiva é perpetuamente incentivada, tornando-se um verdadeiro arauto da instrução e da edificação espiritual para todos os presentes.
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Desde que iniciei a série de textos que designei "Memória da Loja", já fiz referência aos mandatos de todos os 16 Veneráveis Mestres cujos mandatos se inicia...
HANDBAG € 32.- / Food for a week € 4.-A culpa não é minha !Obrigam-me a isto…Quero estar sossegado a pensar em coisas simpáticas e vêm pôr-me debaixo do...
O décimo quarto Venerável Mestre, que exerceu o ofício entre Setembro de 2003 e igual mês de 2004, foi Alberto R. S..Fisicamente um homem meão, de aspecto ...
António P. foi o décimo terceiro Venerável Mestre da loja Mestre Affonso Domingues. Exerceu o ofício de Setembro de 2002 a Setembro de 2003. António P., um ...
Uma das vantagens do sistema de sucessão no exercício do ofício de Venerável Mestre informalmente instituído na Loja Mestre Affonso Domingues (e também em mu...
Sabia, mais ou menos, o que o Rui iria escrever sobre esta época da Loja. Tive tempo para pensar sobre se escreveria ou nao sobre este periodo.Só hoje decidi...
No texto O nono Venerável Mestre, referi que Luís P. exerceu a função com alguns laivos de autoritarismo. Convém esclarecer que tal sucedeu não porque Luís P...
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Hoje a Loja Mestre Affonso Domingues, elegeu o seu proximo Veneravel Mestre e o proximo Tesoureiro.Numa votaçao sem qualquer sobressalto, foi assegurada a co...
O nosso JoséSR passou a assinar José Ruah, conforme Ele próprio disse, na sequência na notícia da Sábado, abandonando o “pseudónimo” que eu continuarei a us...