Regras Gerais dos Maçons de 1723 - XVII
Nenhum Grão-Mestre, Vice-Grão-Mestre, Grandes Vigilantes. Tesoureiro, Secretário, ou quem os represente, ou em seu lugar estiverem pro tempore, pode ser ao...
Desde tempos imemoriais, a presença de estruturas verticais monumentais tem pontuado a paisagem humana, servindo não apenas como elementos de suporte físico, mas como potentes símbolos de força, estabilidade e ordem. Na arquitetura clássica, essas majestosas elevações eram os pilares sobre os quais se erguia a magnificência de templos e palácios, sustentando tetos e arcos, e definindo espaços sagrados e profanos. Sua função primordial era a de carregar o peso da edificação, garantindo sua permanência através dos séculos, mas seu significado transcendia a mera engenharia. Elas marcavam entradas, delimitavam naves e portais, e, em sua forma mais icônica, como as que adornavam o Templo do Rei Salomão, representavam a fundação de um ideal divino e terreno, a junção de beleza e solidez. A história da humanidade está repleta de exemplos de como essas estruturas eram vistas como a espinha dorsal de civilizações, encarnando a sabedoria dos construtores, a prosperidade de um povo e a conexão com o transcendente, configurando-se como guardiãs do conhecimento e da tradição, erguidas para resistir ao tempo e à adversidade.
Dentro do contexto da Arte Real, essas mesmas estruturas adquirem uma dimensão simbólica ainda mais profunda, servindo como alicerces invisíveis que sustentam não um edifício de pedra, mas a própria egrégora da Loja e o caráter de seus membros. Elas representam os princípios cardeais que norteiam a conduta de cada obreiro, demarcando os limites da retidão e os caminhos da virtude, da moralidade e do conhecimento. Não são meros ornamentos, mas pontos de referência que organizam o trabalho, a disciplina e a hierarquia, assegurando que cada um ocupe seu devido lugar e contribua para a harmonia do conjunto. A sua disposição no Templo reflete a ordem cósmica e a busca incessante pela Luz, guiando os Aprendizes, Companheiros e Mestres em suas respectivas jornadas de aprimoramento. Elas nos lembram que a verdadeira construção maçônica reside na edificação interior do ser, na lapidação de nossas imperfeições e na sustentação mútua entre irmãos. Assim, essas balizas eternas se tornam a manifestação tangível e espiritual dos ideais de Força, Sabedoria e Beleza, indispensáveis para a perenidade da Ordem e para a constante elevação do espírito humano.
Nenhum Grão-Mestre, Vice-Grão-Mestre, Grandes Vigilantes. Tesoureiro, Secretário, ou quem os represente, ou em seu lugar estiverem pro tempore, pode ser ao...
01 – Três Degraus (Corpo, Alma e Espírito). Este “Quadro” deveria figurar em todas as Lojas do Primeiro Grau e ser comentado pelos 1ºs Vigilantes, cuja mi...
Grande Arquiteto do Universo que me permitiste que como Maçom, vislumbrasse um pálido clarão da tua Luz ao ingressar nos "Mistérios". Ajuda-me, pois, a ilu...
PREFÁCIO A pedra bruta é a pedra de cantaria, que é uma pedra própria para ser esquadrejada e usada nas construções, já que só a pedra esquadrejada cúbica,...
A Maçonaria apoia-se, simbolicamente, sobre três grandes colunas, as quais simbolizam a Sabedoria, a Força e a Beleza. A SABEDORIA é representada na Loja ...
Ao longo de sua história, a Maçonaria, não aquela das lendas e tradições românticas, de tempos imemoriais, das guildas de ofício que pretendiam manter uma ...
O propósito do presente trabalho é delinear os direitos e obrigações do “Entre Colunas”, prática muito usada especialmente nas reuniões capitulares de uma ...
Quando nossa Ordem preconiza, em seus regulamentos, a necessidade de três anos de mestrado, para que um mestre Maçom possa candidatar-se ao Trono de Salom...
Ao perguntar a um profano o que lhe vinha à mente ao ouvir a expressão “sala dos passos perdidos”, recebemos como resposta: - “É uma expressão estranha, a ...
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As parábolas sempre ilustram com muita força e até com certa dramaticidade os ensinamentos morais. A frequência dos irmãos aos trabalhos é um dos itens co...
Era a primeira vez que este irmão tomava a palavra em Loja. Enquanto companheiro ou aprendiz fora-lhe vedado fazê-lo. Por isso, agora, ao fim dessa longa c...