POR TRÁS DO JURAMENTO
Todos os maçons prestam, de tempos em tempos, juramentos à Ordem, como compromissos destinados a estabelecer e ampliar os seus vínculos esotéricos com a Ma...
Desde tempos imemoriais, a presença de estruturas verticais monumentais tem pontuado a paisagem humana, servindo não apenas como elementos de suporte físico, mas como potentes símbolos de força, estabilidade e ordem. Na arquitetura clássica, essas majestosas elevações eram os pilares sobre os quais se erguia a magnificência de templos e palácios, sustentando tetos e arcos, e definindo espaços sagrados e profanos. Sua função primordial era a de carregar o peso da edificação, garantindo sua permanência através dos séculos, mas seu significado transcendia a mera engenharia. Elas marcavam entradas, delimitavam naves e portais, e, em sua forma mais icônica, como as que adornavam o Templo do Rei Salomão, representavam a fundação de um ideal divino e terreno, a junção de beleza e solidez. A história da humanidade está repleta de exemplos de como essas estruturas eram vistas como a espinha dorsal de civilizações, encarnando a sabedoria dos construtores, a prosperidade de um povo e a conexão com o transcendente, configurando-se como guardiãs do conhecimento e da tradição, erguidas para resistir ao tempo e à adversidade.
Dentro do contexto da Arte Real, essas mesmas estruturas adquirem uma dimensão simbólica ainda mais profunda, servindo como alicerces invisíveis que sustentam não um edifício de pedra, mas a própria egrégora da Loja e o caráter de seus membros. Elas representam os princípios cardeais que norteiam a conduta de cada obreiro, demarcando os limites da retidão e os caminhos da virtude, da moralidade e do conhecimento. Não são meros ornamentos, mas pontos de referência que organizam o trabalho, a disciplina e a hierarquia, assegurando que cada um ocupe seu devido lugar e contribua para a harmonia do conjunto. A sua disposição no Templo reflete a ordem cósmica e a busca incessante pela Luz, guiando os Aprendizes, Companheiros e Mestres em suas respectivas jornadas de aprimoramento. Elas nos lembram que a verdadeira construção maçônica reside na edificação interior do ser, na lapidação de nossas imperfeições e na sustentação mútua entre irmãos. Assim, essas balizas eternas se tornam a manifestação tangível e espiritual dos ideais de Força, Sabedoria e Beleza, indispensáveis para a perenidade da Ordem e para a constante elevação do espírito humano.
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“O benevolente propósito da Instituição Maçônica é de alargar a esfera da felicidade social e de promover a felicidade da raça humana” (Washington). Frate...
Já imaginava que minha iniciação na Maçonaria seria um dos momentos mais marcantes de toda minha vida, seria como nascer de novo, um renascimento para uma ...
A Maçonaria deve ser tratada e trajada como uma instituição que está e deve está acima das paixões humanas. Para o homem ser Maçom tem inicialmente de dei...
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Lenda é uma história romanceada. Normalmente partindo de um fato historicamente ocorrido ou referindo-se a um personagem que efetivamente existiu, constrói...
Segundo JOSÉ CASTELANI em seu livro “Curso Básico de Liturgia e Ritualística – Editora Maçônica “A Trolha” Ltda. – Pag. 39, 40 e 4, a Circulação do Tronco ...
Denomina-se de rito maçônico um conjunto sistemático de cerimônias e ensinamentos maçônicos. Esses variam de acordo com o período histórico, conotação, ob...
“...há séculos que o punhal tem servido de instrumento homicida. Com ele, reis feriram suas vitimas e fanáticos feriram os reis. Nunca, porém, serviu a Jus...
(Este texto foi originariamente publicado no blogue A Partir Pedra em 21 de janeiro de 2009) Lenda é uma história romanceada. Normalmente partin...
Antes de qualquer especulação desnecessária, eu quero dizer que sou Maçom, porque pretendo edificar de modo sublime o templo da minha própria existencialid...
“Após a conclusão de seus trabalhos, ao mérito do aumento de salário, o aprendiz conhece boa parte do programa, após o tempo de estudo e racionalidade, est...