EQUINÓCIO DE OUTUBRO
Mais uma vez a Grande Loja Maçônica do Estado da Bahia se reúne em Assembleia Geral Ordinária para celebrar o equinócio de outono em nosso hemisfério que c...
Na senda da antiga sabedoria e da perene busca pela luz, o ofício que vela pela integridade da Lei e pela eloquência da palavra dentro de nossas Lojas assume um papel de inestimável valor. Este cargo, enraizado nas mais profundas tradições da arte real, remonta aos tempos em que a oratória era a espinha dorsal da governação e da transmissão do conhecimento. Historicamente, aquele que o ocupava era o guardião da constituição e dos regulamentos, a voz que assegurava a conformidade dos atos com os princípios e os estatutos da Ordem. Sua função não era meramente de um leitor ou declamador, mas de um intérprete fidedigno, alguém cuja compreensão profunda da doutrina e da jurisprudência maçônica lhe permitia discernir e expor a verdade legal e moral. Era ele o repositório da memória jurídica da Loja, garantindo que cada passo dado estivesse em perfeita harmonia com o legado dos Antigos Deveres e as normas vigentes, conferindo solenidade e legitimidade a todas as deliberações. A palavra proferida por este digno irmão carrega, portanto, o peso da tradição, a autoridade da Lei e a clareza da razão.
No seio da Loja, a atuação deste irmão é o pilar que sustenta a coerência doutrinária e a elevação moral. Durante os trabalhos, é sua responsabilidade a proferição de alocuções que não apenas informam, mas inspiram e elevam o espírito dos obreiros, sintetizando os ensinamentos e extraindo as mais profundas lições das discussões e dos rituais. Ele é o catalisador do pensamento, aquele que, com a força da retórica e a profundidade do conhecimento, reconduz os irmãos ao centro de nossos ideais, lembrando-lhes os deveres para consigo mesmos, para com a Ordem e para com a humanidade. Sua voz é um farol que ilumina os caminhos da virtude, da sabedoria e da fraternidade, assegurando que a egrégora maçônica se mantenha pura e vibrante. Através de suas intervenções, o significado dos símbolos é desvelado, a moralidade é reforçada, e a busca incessante pela perfeição individual e coletiva é perpetuamente incentivada, tornando-se um verdadeiro arauto da instrução e da edificação espiritual para todos os presentes.
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Diz o ditado que “Uma imagem vale mais do que mil palavras”. Os arquétipos escondem analogias em forma de mensagens ocultas que se revelam individualment...
Nesta terça feira dia 1º de setembro na Loja Vila Setembrina no oriente de Viamão tivemos a colação de grau de companheiro de mais quatros Irmãos. O Venerá...
Até hoje ouvimos questionamentos a respeito da nossa religiosidade, ou por outra, qual é a religião que professamos; muitos de nós maçons não estamos adequ...
A nossa confraria filantrópica Guardiões da Arca, conseguiu complementar ainda mais as suas doações ao Amparo Santa Cruz. No mês de junho deste ano, real...
O primeiro dever dos dirigentes de uma Loja Maçônica é o PLANEJAMENTO. A curto prazo, esse planejamento consiste na simples e criteriosa elaboração da Orde...
Na primeira segunda feira do mês de julho, foi realizado a iniciação de dois novos Guardiões, os agora Irmãos José Leonel Canto Alves e Rafael Bragato da S...
Confraria Filantrópica Guardiões da Arca Domingo dia 21 estiveram reunidos para avaliações sobre o primeiro jantar baile da confraria filantrópica ...
Nossa Loja esta em júbilo com a chegada de mais dois novos Guardiões, os nossos Irmãos Luciano Vasconcellos oriundo da Loja Tiradentes IV e de Tito Carvalh...
Hora do mate e posso imaginar aquele irmão que consegue chegar 5 minutos antes do início da sessão, totalmente esbaforido pelo dia de trabalho. Felizmente...
Será a circulação da palavra um mero ressoar de doces ou amargos sons? Ou um entretenimento de jogos linguísticos mais ou menos vazios? Será necessário pen...
Nos trabalhos correntes de nossas lojas maçônicas, acostumamo-nos a ver os oficiais lerem os trechos do ritual do grau trabalhado, segundo a seqüência nele...