POR QUE OS APRENDIZES SE SENTAM NO NORTE? - Kennyo Ismail
O Ir. Kennyo Ismail, do Distrito Federal é escritor, tradutor, editor, professor universitário, acadêmico, um dos mais renomados estudiosos e int...
Desde tempos imemoriais, a presença de estruturas verticais monumentais tem pontuado a paisagem humana, servindo não apenas como elementos de suporte físico, mas como potentes símbolos de força, estabilidade e ordem. Na arquitetura clássica, essas majestosas elevações eram os pilares sobre os quais se erguia a magnificência de templos e palácios, sustentando tetos e arcos, e definindo espaços sagrados e profanos. Sua função primordial era a de carregar o peso da edificação, garantindo sua permanência através dos séculos, mas seu significado transcendia a mera engenharia. Elas marcavam entradas, delimitavam naves e portais, e, em sua forma mais icônica, como as que adornavam o Templo do Rei Salomão, representavam a fundação de um ideal divino e terreno, a junção de beleza e solidez. A história da humanidade está repleta de exemplos de como essas estruturas eram vistas como a espinha dorsal de civilizações, encarnando a sabedoria dos construtores, a prosperidade de um povo e a conexão com o transcendente, configurando-se como guardiãs do conhecimento e da tradição, erguidas para resistir ao tempo e à adversidade.
Dentro do contexto da Arte Real, essas mesmas estruturas adquirem uma dimensão simbólica ainda mais profunda, servindo como alicerces invisíveis que sustentam não um edifício de pedra, mas a própria egrégora da Loja e o caráter de seus membros. Elas representam os princípios cardeais que norteiam a conduta de cada obreiro, demarcando os limites da retidão e os caminhos da virtude, da moralidade e do conhecimento. Não são meros ornamentos, mas pontos de referência que organizam o trabalho, a disciplina e a hierarquia, assegurando que cada um ocupe seu devido lugar e contribua para a harmonia do conjunto. A sua disposição no Templo reflete a ordem cósmica e a busca incessante pela Luz, guiando os Aprendizes, Companheiros e Mestres em suas respectivas jornadas de aprimoramento. Elas nos lembram que a verdadeira construção maçônica reside na edificação interior do ser, na lapidação de nossas imperfeições e na sustentação mútua entre irmãos. Assim, essas balizas eternas se tornam a manifestação tangível e espiritual dos ideais de Força, Sabedoria e Beleza, indispensáveis para a perenidade da Ordem e para a constante elevação do espírito humano.
O Ir. Kennyo Ismail, do Distrito Federal é escritor, tradutor, editor, professor universitário, acadêmico, um dos mais renomados estudiosos e int...
I. IntroduçãoO primeiro trabalho do AprendizAntes de abordar o tema propriamente dito, cabe por primeiro acercar-se de qual é, sob o ponto de vista autêntic...
(O que poderia ser um devaneio do autor, que prefere não se identificar, vem, pasmem, ocorrendo com frequência)!O assunto que ora abordamos é mais um caso re...
Em se tratando de Maçonaria a "pedra" é um dos elementos primordiais no desenvolvimento do sistema iniciático da Ordem Maçônica. Em síntese, a pedra é a prin...
ÍndiceBaixa auto-estima e complexo de inferioridadeComportamento em LojaComportamento na SociedadePrejuízoBaixa auto-estima e complexo de inferioridadeNenhum...
Para tanto, a doutrina maçônica é ensinada intensamente, no seu verdadeiro sentido, tanto para formar o verdadeiro maçom, quanto para afastar-see de interpre...
Fonte: Eterno AprendizO nome “meio” dá uma ideia de situação geográfica, pois uma Loja obedece a Rosa dos Ventos: O Oriente é o lugar mais “alto”, atingido p...
Excertos do livro *O que um Companheiro Maçom deve saber -Almir Sant’Anna Cruz - Interessados contatar o Irm.’. Almir no WhatsApp (21) 99568-1350Em cada um d...
Em Maçonaria, o adjetivo flamejante é aplicado a um instrumento e a um ornamento, ou seja, respectivamente, à ESPADA FLAMEJANTE e à ESTRELA FLAMEJANTE.Muitos...
Em 06.04.2021 o Respeitável Irmão Errol Joerê Foltran Jr., Loja Luz e Fraternidade, 1828, REAA, GOB-PR, Oriente de Cascavel, Estado do Paraná, apresenta a qu...
Autor desconhecido. Tradução do Ir.’. Kurt Max Hauser, Or.’. de Porto Alegre - RS. Publicado no Livro “Coletânea de Trabalhos A Trolha”. Editora A Trolha, 19...
Ao longo de sua história, a Maçonaria, não aquela das lendas e tradições românticas, de tempos imemoriais, das guildas de ofício que pretendiam manter uma re...