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Explorando o termo: Colunas

Desde tempos imemoriais, a presença de estruturas verticais monumentais tem pontuado a paisagem humana, servindo não apenas como elementos de suporte físico, mas como potentes símbolos de força, estabilidade e ordem. Na arquitetura clássica, essas majestosas elevações eram os pilares sobre os quais se erguia a magnificência de templos e palácios, sustentando tetos e arcos, e definindo espaços sagrados e profanos. Sua função primordial era a de carregar o peso da edificação, garantindo sua permanência através dos séculos, mas seu significado transcendia a mera engenharia. Elas marcavam entradas, delimitavam naves e portais, e, em sua forma mais icônica, como as que adornavam o Templo do Rei Salomão, representavam a fundação de um ideal divino e terreno, a junção de beleza e solidez. A história da humanidade está repleta de exemplos de como essas estruturas eram vistas como a espinha dorsal de civilizações, encarnando a sabedoria dos construtores, a prosperidade de um povo e a conexão com o transcendente, configurando-se como guardiãs do conhecimento e da tradição, erguidas para resistir ao tempo e à adversidade.

Dentro do contexto da Arte Real, essas mesmas estruturas adquirem uma dimensão simbólica ainda mais profunda, servindo como alicerces invisíveis que sustentam não um edifício de pedra, mas a própria egrégora da Loja e o caráter de seus membros. Elas representam os princípios cardeais que norteiam a conduta de cada obreiro, demarcando os limites da retidão e os caminhos da virtude, da moralidade e do conhecimento. Não são meros ornamentos, mas pontos de referência que organizam o trabalho, a disciplina e a hierarquia, assegurando que cada um ocupe seu devido lugar e contribua para a harmonia do conjunto. A sua disposição no Templo reflete a ordem cósmica e a busca incessante pela Luz, guiando os Aprendizes, Companheiros e Mestres em suas respectivas jornadas de aprimoramento. Elas nos lembram que a verdadeira construção maçônica reside na edificação interior do ser, na lapidação de nossas imperfeições e na sustentação mútua entre irmãos. Assim, essas balizas eternas se tornam a manifestação tangível e espiritual dos ideais de Força, Sabedoria e Beleza, indispensáveis para a perenidade da Ordem e para a constante elevação do espírito humano.


Fonte: Michael Winetzki

O HOMEM, O MAÇOM E A MAÇONARIA - Hércule Spoladore

 O Homem é um ser complexo, estranho e imperfeito. Às vezes se julga senhor do mundo e às vezes em depressão, ou quando algo em sua vida não está bem se...

PUBLICADO EM 27/11/2022
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Fonte: Blog Pedro Juk

SIMBOLISMO DAS 12 COLUNAS ZODIACAIS NO REAA

Em 23.05.2022 o Respeitável Irmão Amauri de Souza, Loja Fonte de Luz, 102, REAA, MRGLSC (CMSB), Oriente de Chapecó, Estado de Santa Cataria, faz a pergunta s...

PUBLICADO EM 23/11/2022
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Fonte: Blog Pedro Juk

REAA - OBREIRO FALANDO EM PÉ

Em 20.05.2022 o Respeitável Irmão Tércio Cristovam Leite dos Santos, Loja Amparo da Virtude, 276, REAA, GOPE, GOB, Oriente de Pesqueira, Estado de Pernambuco...

PUBLICADO EM 21/11/2022
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Fonte: Arte Real

MAÇONARIA OPERATIVA: ORIGEM DA ARTE REAL

 A Maçonaria Operativa, ou dos Construtores foi um período em que a Ordem Maçônica estava diretamente ligada à arte da construção e que teve o seu apogeu no ...

PUBLICADO EM 12/11/2022
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Fonte: Blog Pedro Juk

DISPOSIÇÃO DO PAVIMENTO MOSAICO NO TEMPLO DO REAA

Em 11.05.2022 o Respeitável Irmão Arimar Marçal, Loja Santo Graal, 4690, REAA, GOB-RS, Oriente de Porto Alegre, Estado do Rio Grande do Sul, formula a seguin...

PUBLICADO EM 10/11/2022
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Fonte: Blog Pedro Juk

LUZES LITÚRGICAS NA CERIMÔNIA DE EXALTAÇÃO - REAA

Em 04.05.2022 o Respeitável Irmão Leonardo Pereira Rosa, Loja Obreiros de Macaé, REAA, GOB-RJ, Oriente de Macaé, Estado do Rio de Janeiro, formula a seguinte...

PUBLICADO EM 03/11/2022
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