FORMA VERSUS CONTEÚDO - Roberto Ribeiro Reis
Atualmente, com a avassaladora disseminação em massa promovida pelas mídias sociais, percebe-se que as aparências (formas) têm se destacado, quando con...
Desde tempos imemoriais, a presença de estruturas verticais monumentais tem pontuado a paisagem humana, servindo não apenas como elementos de suporte físico, mas como potentes símbolos de força, estabilidade e ordem. Na arquitetura clássica, essas majestosas elevações eram os pilares sobre os quais se erguia a magnificência de templos e palácios, sustentando tetos e arcos, e definindo espaços sagrados e profanos. Sua função primordial era a de carregar o peso da edificação, garantindo sua permanência através dos séculos, mas seu significado transcendia a mera engenharia. Elas marcavam entradas, delimitavam naves e portais, e, em sua forma mais icônica, como as que adornavam o Templo do Rei Salomão, representavam a fundação de um ideal divino e terreno, a junção de beleza e solidez. A história da humanidade está repleta de exemplos de como essas estruturas eram vistas como a espinha dorsal de civilizações, encarnando a sabedoria dos construtores, a prosperidade de um povo e a conexão com o transcendente, configurando-se como guardiãs do conhecimento e da tradição, erguidas para resistir ao tempo e à adversidade.
Dentro do contexto da Arte Real, essas mesmas estruturas adquirem uma dimensão simbólica ainda mais profunda, servindo como alicerces invisíveis que sustentam não um edifício de pedra, mas a própria egrégora da Loja e o caráter de seus membros. Elas representam os princípios cardeais que norteiam a conduta de cada obreiro, demarcando os limites da retidão e os caminhos da virtude, da moralidade e do conhecimento. Não são meros ornamentos, mas pontos de referência que organizam o trabalho, a disciplina e a hierarquia, assegurando que cada um ocupe seu devido lugar e contribua para a harmonia do conjunto. A sua disposição no Templo reflete a ordem cósmica e a busca incessante pela Luz, guiando os Aprendizes, Companheiros e Mestres em suas respectivas jornadas de aprimoramento. Elas nos lembram que a verdadeira construção maçônica reside na edificação interior do ser, na lapidação de nossas imperfeições e na sustentação mútua entre irmãos. Assim, essas balizas eternas se tornam a manifestação tangível e espiritual dos ideais de Força, Sabedoria e Beleza, indispensáveis para a perenidade da Ordem e para a constante elevação do espírito humano.
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Em 08.04.2023 o Respeitável Irmão Roberto Matsumoto, sem mencionar o nome da Loja e Oriente, Rito Moderno, GOB-SP, Estado de São Paulo, apresenta a dúvida se...
Em 08.04.2023 o Respeitável Irmão Elirio Paulo, sem mencionar o nome da Loja, e o Oriente, Rito Moderno, GOB-RS, Estado do Rio Grande do Sul, apresenta o que...
Se perguntarmos a um profano o significado de tal expressão, poderemos receber a seguinte resposta: - “E uma expressão estranha, a primeira vista ...
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Na abertura dos trabalhos maçônicos no grau de aprendiz do Rito Escocês Antigo e Aceito, a Palavra Sagrada que é colhida do Venerável Mestre sussurradamente...
Em 30.03.2023 o Respeitável Irmão Antonio Nagib Barbosa, Loja Vigilância e Fraternidade, REAA, GOB-GO, Oriente de Inhumas, Estado de Goiás, apresenta o segui...
Em 24.03.2023 o Respeitável Irmão Juliano C. Vasconcellos, Loja Itaipu, 2226, REAA, GOB-RJ, Oriente de Niterói, Estado do Rio de Janeiro, apresenta a seguint...
Em 23.03.2023 o Respeitável Irmão Rubens C. Batista, Loja Constância, 1147, REAA, GOB-SP, Oriente de Campinas, Estado de São Paulo, apresenta a dúvida seguin...
Nos quatro artigos anteriores (922: Áries – Outono – Fogo – Maçonaria; 923: Câncer – Inverno – Água – Maçonaria; 924: Libra – Primavera – Ar – Maçonaria; e ...
Há muito que não se viam.Houve época em que seus encontros eram até relativamente mais frequentes e amistosos.Porém, no campo da dialética, cada um sempre ma...
“O homem é responsável pelo mundo e por si mesmo enquanto maneira de ser”. Sartre.Quantas partículas formam uma parte e qual é a proporção de cada parte na t...