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Explorando o termo: Tesoureiro

Na tapeçaria da história das associações humanas, desde as mais antigas confrarias até as modernas instituições, a figura responsável pela guarda e gestão dos recursos materiais sempre ocupou um lugar de fundamental importância. Este ofício, que remonta a eras imemoriais, quando os templos e as corporações de ofício necessitavam de alguém para zelar pelos bens comuns, era a garantia da subsistência e da continuidade das obras. No contexto das antigas corporações de construtores, por exemplo, cabia a este zelador a administração das contribuições dos membros, dos fundos para aquisição de materiais e do sustento dos aprendizes e companheiros. Era uma posição que exigia não apenas probidade inquestionável, mas também uma meticulosidade ímpar na escrituração e no controle, assegurando que o patrimônio coletivo fosse preservado para as gerações futuras e para o cumprimento dos objetivos da sociedade. A confiança depositada neste indivíduo era a base para a estabilidade e o florescimento da comunidade, permitindo que os demais se dedicassem às suas funções laborais e espirituais sem a preocupação com a solidez material da organização.

Dentro do nosso augusto recinto, a presença deste guardião dos haveres transcende a mera função administrativa; ela é um pilar de sustentação e um símbolo vivo de virtudes essenciais. O irmão que ocupa esta distinta posição não é apenas um depositário de fundos, mas um fiduciário da confiança coletiva, um exemplo de prudência e retidão. Sua diligência em zelar pelos bens da Oficina garante a perenidade de suas atividades, desde a manutenção do Templo até o suporte às obras de caridade e à assistência fraterna. Ele encarna a responsabilidade de gerir com sabedoria aquilo que os obreiros confiam à Loja, assegurando que cada contribuição seja utilizada para o bem maior da fraternidade e para a consecução de seus elevados propósitos. É através de sua acurada administração que a Loja mantém sua independência e sua capacidade de agir, permitindo que a luz da instrução e da filantropia continue a irradiar sem interrupções. Este ofício, portanto, é um testemunho da importância da estabilidade material como alicerce para o desenvolvimento espiritual e moral, um elo vital entre o terreno e o transcendente em nossa jornada maçônica.


Fonte: Arte Real

O CARGO DE ORADOR NO RITO BRASILEIRO

A origem e o significado da palavra "orador": do latim oratore, substantivo masculino; aquele que ora ou discursa em público; perorador. Aquele que tem o d...

PUBLICADO EM 01/10/2012
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Fonte: A Partir Pedra

Regras Gerais dos Maçons de 1723 - XVIII

Se o Vice-Grão-Mestre estiver doente, ou ausente por necessidade, o Grão-Mestre poderá escolher qualquer Companheiro que lhe aprouver para ser seu Vice-Grã...

PUBLICADO EM 29/08/2012
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Fonte: A Partir Pedra

Regras Gerais dos Maçons de 1723 - XVII

Nenhum Grão-Mestre, Vice-Grão-Mestre, Grandes Vigilantes. Tesoureiro, Secretário, ou quem os represente, ou em seu lugar estiverem pro tempore, pode ser ao...

PUBLICADO EM 22/08/2012
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Fonte: A Partir Pedra

Regras Gerais dos Maçons de 1723 - XIII

Na Reunião Trimestral todos os assuntos que dizem respeito à Fraternidade em geral, às Lojas em particular, ou a cada Irmão, serão serena, tranquila e madu...

PUBLICADO EM 25/07/2012
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Fonte: A Partir Pedra

Regras Gerais dos Maçons de 1723 - X

A maioria de uma dada Loja, quando reunida, poderá dar diretivas ao seu Mestre e Vigilantes antes da Sessão do Grande Capitulo, ou Loja, para as três Reuni...

PUBLICADO EM 04/07/2012
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Fonte: Arte Real

ASSIDUIDADE, PONTUALIDADE e POSTURA DO MAÇOM.

“Assiduidade, pontualidade e postura do maçom”; são atributos importantíssimos, que deve ter o verdadeiro maçom, sendo que a  “assiduidade” é de vital imp...

PUBLICADO EM 29/06/2012
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Fonte: Arte Real

A SALA DOS PASSOS PERDIDOS

Ao perguntar a um profano o que lhe vinha à mente ao ouvir a expressão “sala dos passos perdidos”, recebemos como resposta: - “É uma expressão estranha, a ...

PUBLICADO EM 27/06/2012
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Fonte: A Partir Pedra

Regras Gerais dos Maçons de 1723 - VII

É uma boa prática que todo novo Irmão, aquando da sua Iniciação, presenteie a Loja, isto é, todos os Irmãos presentes, e faça uma oferenda para socorro do...

PUBLICADO EM 13/06/2012
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Fonte: Arte Real

CARGOS DE LOJA - CHANCELER

A Jóia do Chanceler é um Timbre, também chamado Chancela; simboliza que ele é o Guarda do Selo, responsável pela documentação da Loja e sua guarda. Suas at...

PUBLICADO EM 04/05/2012
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Fonte: Arte Real

CARGOS DE LOJA - MESTRE DE CERIMÔNIAS

A Jóia do Mestre de Cerimônias é a Régua Graduada. A Régua é considerada como símbolo do méto­do, da retidão, da Lei. Também pode ser considerada símbolo d...

PUBLICADO EM 04/05/2012
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Fonte: Arte Real

CARGOS DE LOJA - HOSPITALEIRO

A Jóia do hospitaleiro é uma pequena sacola que, simbolicamente, representa o Farnel do Peregrino, do Viajante, do Pedinte e que, maçonicamente, leva o nom...

PUBLICADO EM 04/05/2012
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Fonte: A Partir Pedra

João Damião Pinheiro, maçom estabilizador

João António Neto Guerreiro Damião Pinheiro entrou neste mundo em 3 de janeiro de 1959. Saiu deste mundo, em direção ao Oriente, no dia 6 de abril de 2012,...

PUBLICADO EM 11/04/2012
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