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Tracing Boards dos três graus da Maçonaria Craft explicados

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✍️ Desconhecido 📅 08/12/2025 👁️ 0 Leituras

Tracing Boards dos três graus da Maçonaria Craft

Embora a maioria dos maçons esteja familiarizada com os Tracing Boards [1] pintados ou gravados, desenvolvidos nos primeiros anos da Maçonaria e usados nas lojas para ilustrar símbolos e alegorias maçónicas durante cerimónias de grau e palestras, pouco se publicou sobre eles.

Os Tracing Boards são uma parte essencial dos três graus da Maçonaria, auxiliando o Maçom na sua busca para decifrar e interpretar essas alegorias. Não há nenhuma publicação que explique adequadamente os Tracing Boards, o seu uso e o significado do seu simbolismo, e o livro Tracing Boards of the Three Degrees in Craft Freemasonry Explained preenche essa lacuna.

Os três primeiros capítulos apresentam um método detalhado para compreender e revelar o significado dos três Tracing Boards, com base nos utilizados nos três graus pela Emulation Lodge of Improvement, conhecidos como Quadros de Harris, que contêm os elementos da maioria dos Tracing Boards utilizados nas lojas em toda a Inglaterra. O quarto capítulo apresenta uma breve visão geral da história e do desenvolvimento dos Tracing Boards na Inglaterra, com algumas ilustrações fascinantes de quadros há muito esquecidos. No quinto capítulo, o autor apresenta muitos Tracing Boards e panos de loja de outros países, particularmente dos EUA, e de outras jurisdições maçónicas, trazendo a forma de arte para o século XXI. Este livro é ricamente ilustrado e apresenta quadros nunca antes vistas fora dos museus.

Tracing Boards dos três graus da Maçonaria Craft
Ilustrações a cores em todo o livro (Clique na imagem para ampliar)

Julian Rees

Tradução de António Jorge, M∴ M∴, membro de:

Notas

[1] Os quadros de traçar são dispositivos de treino. Nos primórdios da maçonaria especulativa, o mestre, usando giz, esboçava desenhos no chão da loja antes da reunião. Em seguida, falava sobre o desenho durante a reunião. (É possível que, no início da história da ordem maçónica especulativa, todas as reuniões fossem de “educação maçónica”.) Acredita-se que a capacidade de desenhar diagramas maçónicos, e de falar sobre eles em termos filosóficos era uma das qualificações de um mestre nos primórdios da Ordem. No entanto, esse tipo de preparação era uma tarefa demorada, trabalhosa e difícil; e, com o tempo, o diagrama desenhado à mão foi substituído por um pano de chão no qual os «desenhos padrão» estavam prontos para serem discutidos. Os panos de chão (por vezes referidos como o “Tapete do Mestre”) ocupavam um espaço significativo na loja; e, ao longo do século XVIII, à medida que o ritual se tornava cada vez mais desenvolvido e importante, os desenhos padronizados parecem ter sido transferidos (pelo menos na Inglaterra) para os “Quadros de Traçar”: um quadro para cada grau, contendo imagens que resumem os símbolos de cada um dos graus.

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