O Grande Arquitecto do Universo
O tema do Grande Arquitecto do Universo é simultaneamente maravilhoso, porque este conceito está no próprio coração do Rito Escocês Antigo e Aceite, e formidável, porque é importante não dar uma visão restritiva do mesmo, o que seria dogmático quando afirmamos querer preservar-nos de tal confinamento da consciência e do espírito.
Comecemos pelo princípio
O conceito de Grande Arquitecto do Universo foi inventado pela Maçonaria? A resposta é inequivocamente negativa.
A ideia de uma religião natural, que se resume à ideia de que uma entidade, um Ser Supremo, organizou o Universo, é muito antiga. No Timeu, Platão menciona um organizador supremo e escreve:
“Há uma outra questão que deve ser examinada acerca do universo, a saber, segundo qual dos dois modelos o seu arquitecto o construiu”. Mais adiante, refere um obreiro divino que “organizou o universo de tal modo que ele era, pela sua própria constituição, a obra mais bela e perfeita“.
Cícero, há quase 21 séculos, retomava a mesma ideia:
“O que poderia ser mais manifesto e claro, quando lançamos os olhos para o céu e contemplamos os corpos celestes, do que a existência de uma divindade de inteligência absolutamente superior que regula o seu movimento?… Não só a morada celeste e divina tem um habitante, mas aquele que a habita exerce uma acção directora sobre o mundo; é, por assim dizer, o arquitecto de uma obra tão grande e vela pela sua manutenção“.
E esta ideia continuou a ocorrer aos homens esclarecidos desde então. Por volta de 1550, Calvino chamou a Deus o “Grande Arquitecto” ou “Arquitecto do Universo”. Foi o filósofo alemão Leibniz que, nos últimos anos do século XVII, deu a expressão mais completa à ideia partilhada pelos seus contemporâneos iluministas de que Deus, em virtude da sua suprema perfeição, escolheu o melhor plano possível para criar o universo. E não é preciso dizer que “plano” se refere a “arquitecto”.
Descartes, nas suas Méditations métaphysiques, fala de um Grande Relógio, e Voltaire usou a mesma imagem nos seus famosos versos:
“O universo envergonha-me, e não posso imaginar que este relógio exista e não tenha relojoeiro”.
Assim, o conceito de Grande Arquitecto do Universo é antigo e não exclusivamente maçónico.
Mas se não o inventaram, quando é que os maçons se começaram a referir a ele?
O Manuscrito de Dumfries nº 4, de 1710, relata que, no século X, o Rei Edwin exortou os maçons a honrarem e a adorarem sinceramente o Grande Arquitecto do Céu e da Terra , o único protector dos homens e dos animais, que rege e governa o Sol, a Lua e as estrelas, a fonte e o manancial de todo o bem…
Finalmente, foram as Constituições redigidas pelo Pastor James Anderson em 1723 para a primeira Grande Loja de Londres que institucionalizaram a expressão. A primeira página deste texto fundador, que devia ser lido aquando da admissão de um novo Irmão, diz o seguinte:
“ADÃO, o nosso primeiro antepassado, criado à imagem de Deus, o Grande Arquitecto do Universo, devia ter inscritas no seu coração as Ciências Liberais, especialmente a Geometria, …”.
A expressão, ou os seus equivalentes, nunca sairiam do vocabulário maçónico. Conhecemos, por exemplo, a revelação conhecida como as “Três Batidas Distintas“, publicada em 1760. A Oração a Nosso Senhor Jesus Cristo, no centro do ritual de abertura, começa com a fórmula:
“Ó Senhor Deus, Grande e Universal Maçom do Mundo, e primeiro construtor do Homem como se fosse um templo, sede connosco, Senhor, …”.
Como podemos ver, a maçonaria primitiva era indiscutivelmente teísta, e mesmo indiscutivelmente cristã. Todos os Irmãos eram católicos ou protestantes. No entanto, num curto espaço de tempo, as Lojas abriram-se. Foram admitidos adeptos de outras religiões. A presença de Irmãos não cristãos, nomeadamente judeus, é atestada a partir de meados do século XVIII, nomeadamente nos Países Baixos. Ao mesmo tempo, os defensores de um deísmo claramente diferente das religiões reveladas foram também admitidos na Loja.
A expressão “Grande Arquitecto do Universo” satisfazia, sem dúvida, os dois grupos. Os primeiros viam nela um sinal seguro do Deus a quem dirigiam as suas orações e louvores, enquanto os segundos não se sentiam constrangidos por um termo que os confinava a um dogma particular.
Parece importante esclarecer aqui o significado de algumas palavras que descrevem a posição de um homem em relação a Deus ou ao divino. Devemos começar por definir Deus. A palavra “deus” é tanto um substantivo comum como um substantivo próprio.
É um substantivo próprio quando é escrito com letra maiúscula para designar o ser transcendente que é o único criador do universo. “Deus” é também um substantivo comum quando escrito com letra minúscula, para designar um ser superior ao homem, mais poderoso, mas muitas vezes antropomórfico, ou seja, com características e comportamentos humanos, e dotado de poderes sobrenaturais.
Mas com ou sem letra maiúscula, “deus” é uma palavra humana, cunhada pela mente humana para designar algo que a razão e a ciência não conseguem explicar. Os filósofos do Iluminismo defendiam uma concepção não religiosa de Deus, uma concepção racional, livre de qualquer revelação.
Por outras palavras, se é verdade que existem religiões sem Deus, nomeadamente o budismo, é igualmente verdade que Deus não é o exclusivo das religiões.
Algumas pessoas definem-se como crentes, e algumas delas como crentes praticantes. Outros são crentes não praticantes, mas afirmam pertencer a uma religião revelada.
São teístas, no sentido em que aderem à ideia de que Deus existe, que criou o universo e que influencia o seu funcionamento. Esta interferência divina nos assuntos humanos pode ser directa ou mediada por homens inspirados, os profetas, mas também por instituições religiosas, que são os repositórios da vontade divina. O cumprimento das regras e dos rituais que elas impõem é essencial para a salvação.
Outros acreditam em Deus, mas não aderem a nenhuma religião organizada e administrada pelos homens. São os chamados deístas.
Os deístas acreditam que na origem do universo existe uma fonte original universal e inteligente a que chamam Deus. Leibniz, que já mencionei, fez a pergunta-chave “Porque é que existe algo em vez de nada? É aquilo a que os filósofos chamam “o paradoxo da causa primeira“, uma ideia forjada por Aristóteles por volta de 350 a.C., que atribuiu a esta causa primeira a qualidade de princípio:
“por necessidade, este princípio existe; como necessário, é perfeito enquanto existe; e é por esta razão que é o princípio…. […] É a partir deste princípio, sejamos claros, que o mundo e a natureza estão suspensos”.
Esta ideia foi retomada por Tomás de Aquino no século XIII.
Tudo no universo tem uma origem e uma sequência. Por conseguinte, é impossível conceber um princípio e um fim para o espaço, o tempo e a matéria que, no seu conjunto, constituem o Universo. É por isso que, para os deístas, o paradoxo da causa primeira só pode ser explicado por um princípio que está na origem de tudo o que existe e que se chama “Deus”.
Em todo o caso, e ao contrário dos teístas, para afirmar a existência de um deus e a sua influência na criação do Universo, os deístas recusam apoiar-se em textos sagrados e, mais ainda, submeter-se aos dogmas de uma religião revelada.
Finalmente, outros definem-se como ateus ou agnósticos: um ateu não acredita na existência de Deus, no singular, nem de deuses, no plural, e o pensamento ateu pretende fundar-se no princípio da racionalidade, enquanto um agnóstico considera que o absoluto é inacessível ao espírito humano e recusa aderir a uma concepção definitiva das questões metafísicas. No entanto, acreditam que as religiões podem contribuir para assegurar um mínimo de ordem e de coesão social. O agnóstico reconhece facilmente que cada um tem a liberdade de praticar se e como quiser.
Por mais diferentes que sejamos, podemos escolher trabalhar para a glória do Grande Arquitecto do Universo.
A invocação do Grande Arquitecto do Universo é rica em significado. Liga o empenhamento, a iniciação, a procura, ao que é imaterial, transcendente, ou seja, para além do perceptível, para além das possibilidades do inteligível. Mais uma vez, vemos que a transcendência não é apanágio exclusivo das religiões.
A noção de transcendência opõe-se à de imanência. Os estóicos e Spinoza são representativos destas filosofias, para quem o divino está presente em tudo. Por outras palavras, a imanência caracteriza aquilo que tem o seu princípio em si mesmo, enquanto a transcendência tem uma causa externa e superior.
O Grande Arquitecto do Universo é um conceito que constitui uma referência metafísica, isto é, que pertence a um domínio que não é acessível à razão nem perceptível pelos sentidos. Por conseguinte, é impossível para nós, humanos, que estamos limitados pelas capacidades dos nossos sentidos e da nossa razão, conhecê-lo verdadeiramente. Assim, o conceito de Grande Arquitecto do Universo não é religioso, mas metafísico. Invocar o Grande Arquitecto é colocar inequivocamente a obra numa dimensão metafísica, que é a da espiritualidade.
O traço distintivo da abordagem das obediências maçónicas tradicionais é o facto de perspectivarem o caminho que propõem em termos de despertar espiritual e de busca da transcendência, sem que isso implique qualquer crença particular ou adesão religiosa. Mas também não a exclui, evidentemente. É aí que reside a força de um Rito como o Rito Escocês Antigo e Aceite, entre outros: a sua capacidade de não impor nada e de não excluir nada em termos de vida espiritual.
A abordagem da espiritualidade proposta pelo Rito Escocês Antigo e Aceite mostra claramente que a espiritualidade não é uma prerrogativa das religiões.
Como sabemos, Spinoza foi rejeitado pelos membros de mente estreita da sua comunidade, que estavam presos à estrita observância da forma em vez de procurarem o significado mais profundo por detrás das palavras e da ideia por detrás dos símbolos. Acreditava na existência do Princípio: para ele, “tudo na natureza, considerado na sua essência e perfeição, envolve e exprime o conceito de Deus“. Esta visão é chamada panteísta, no sentido em que Deus está em tudo, ou melhor, de certa forma, Deus É tudo. A criação funde-se com o Criador; Deus como o Todo, como o conjunto do universo manifesto e, portanto, como o conjunto de regras que animam e dão coerência a este universo, para além da multiplicidade das suas formas.
Esta visão pode ser comparada com a que Immanuel Kant exprimiu em 1788 na Crítica da Razão Pura:
“Duas coisas enchem o meu espírito de incessante admiração e temor, à medida que a reflexão se lhes liga e se lhes aplica: o céu acima de mim e a moralidade dentro de mim“.
De facto, aqueles que aderem a esta visão do Todo-Uno, qualquer que seja o nome que lhe dêem, encontram-se de facto numa espiritualidade em que cada buscador de hoje, e em particular cada Maçom do Rito Escocês Antigo e Aceite, se pode reconhecer, quaisquer que sejam as suas crenças ou convicções pessoais.
Foi isto que o Congresso de Lausanne estabeleceu como fundamento espiritual deste Rito em 1875, ao adoptar o conceito do Princípio Criador que é o Grande Arquitecto do Universo.
Ao colocar a obra sob a invocação “Para a Glória do Grande Arquitecto do Universo“, os maçons não são obrigados a honrar uma entidade divina personalizada ou revelada, mas a testemunhar a admiração que não podem deixar de sentir pelo “Mistério da Criação em acção no mundo”.
Sem preconceitos religiosos ou filosóficos, o Rito permanece alheio a qualquer controvérsia sobre estes assuntos; e a sua neutralidade e universalidade significam que ele os transcende a todos. O Rito deixa aos seus membros a livre determinação e a prática privada das suas convicções, com as quais não tem qualquer preocupação.
Ao escolher trabalhar para a Glória do Grande Arquitecto do Universo e ao adoptar o lema ORDO AB CHAO, o Rito Escocês Antigo e Aceite reconhece a existência de um Princípio de Ordem em acção no Universo, ou poder-se-ia dizer um Princípio de Unidade. Através deste reconhecimento fundamental e fundador, o Rito compromete-nos a trabalhar em prol da ordem, da construção, da paz e da harmonia, combatendo ao mesmo tempo a desordem, a violência destrutiva e o caos.
De facto, o Rito encoraja-nos a sentir a unidade da Vida, para além da diversidade e multiplicidade das suas formas, o que conduz naturalmente à solidariedade com toda a existência. A partir do Primeiro Grau, o Rito convida-nos a reconhecer a Unidade para além das dualidades aparentes, por exemplo, o preto e o branco do mosaico, ou o Quadrado e o Compasso, o Sol e a Lua, etc.
A expressão “Grande Arquitecto do Universo” sugere a existência de um princípio único, na origem de todas as coisas, e portanto criador, que também regula todas as coisas, porque cada elemento de criação ou de manifestação só pode obedecer às leis que emanam desse princípio. De facto, o conceito de Grande Arquitecto do Universo exprime a unidade fundamental do nosso universo, a sua coerência, para além da sua diversidade.
Para quem não sente a sua presença ou a sua necessidade, não há necessidade de imaginar nada de sobrenatural ou de sobre-humano. O espiritual e o sagrado não são prerrogativas das religiões reveladas. A espiritualidade do Rito Escocês Antigo e Aceite está aberta àqueles a quem uma religião revelada ajuda a realizar-se como seres morais e virtuosos, bem como àqueles que o conseguem sem recorrer a este quadro.
Para os maçons do Rito Escocês Antigo e Aceito, o Grande Arquitecto do Universo é um símbolo e um princípio. Contrariamente aos anátemas de alguns que pretendem ser os únicos adogmáticos e liberais, o Grande Arquitecto do Universo é o símbolo da absoluta liberdade de consciência.
Cada um de nós é livre de o interpretar como entender. A sua invocação na abertura dos trabalhos, quando os Irmãos se unem para formar a Loja, testemunha o nosso apego inabalável ao direito de cada um acreditar ou não acreditar, praticar ou não praticar, e ao respeito que cada um de nós deve ao outro nesta matéria, quaisquer que sejam as suas convicções pessoais.
A verdade é que, independentemente do que possam pensar os defensores do anti-clericalismo radical ou da erradicação da religião, o símbolo aberto do Grande Arquitecto do Universo ilustra o que é o verdadeiro laicismo.
Porque a verdadeira laicidade é este respeito mútuo, estes quatro princípios fundamentais: a garantia absoluta da liberdade de consciência, o respeito pela diversidade das opções espirituais, o convite à tolerância partilhada e a vontade de construir uma convivência que seja o fundamento do espaço comum.
Deste modo, o Grande Arquitecto do Universo é também o próprio símbolo da iniciação, cujo objectivo é dar-nos a oportunidade de nos aperfeiçoarmos. Esta é a própria definição da abordagem maçónica, a da Maçonaria tradicional, iniciática, espiritualista e humanista.
Na última parte deste artigo, analisaremos mais de perto o Congresso de Lausanne de 1875 e a introdução formal do Grande Arquitecto do Universo no corpus maçónico.
Em 1773, uma cisão com a Grande Loja de França da época levou à criação do Grande Oriente de França. Para escapar ao controlo que Napoleão queria exercer sobre a Maçonaria apenas sob a égide do Grande Oriente, muitas lojas da Grande Loja optaram por se colocar sob a protecção do Conselho Supremo, criado por Alexandre Auguste de Grasse-Tilly em 1804. O resultado foi a Grande Loja Central Escocesa, aderindo aos princípios do Rito Escocês Antigo e Aceite.
Em 1849, o Grande Oriente de França adoptou uma Constituição, que estipulava que era “uma associação filosófica, filantrópica e progressista… O seu fundamento é a crença em Deus e na imortalidade da alma“. Mas esta concepção não era partilhada por todos os Irmãos do Grande Oriente, longe disso. Debates acirrados se sucedem nos congressos. Finalmente, em 1877, o Grande Oriente suprimiu da sua Constituição o parágrafo relativo à existência de Deus e à imortalidade da alma.
Estas questões sobre a ligação entre a Maçonaria e a religião tinham também preocupado os Irmãos da Grande Loja Escocesa e do Conselho Supremo de França, ao qual estavam ligados.
Em 1875, realizou-se em Lausanne um Congresso Universal que reuniu 12 dos 23 Supremos Conselhos da REAA para discutir diversas questões e rever os tratados de aliança entre jurisdições. Instigados pelo Grande Comandante do Supremo Conselho de França, Adolphe Crémieux, os delegados aproveitaram a ocasião para adoptar uma formulação que reunia o que corria o risco de se dispersar e que todos conhecemos:
“A Maçonaria proclama, como tem proclamado desde a sua origem, a existência de um princípio criador conhecido como o Grande Arquitecto do Universo“.
O texto evoca a noção de uma Força Superior e descreve o Grande Arquitecto como o Criador Supremo. O Escocismo aproxima-se assim dos conceitos deístas propostos pelos filósofos do Iluminismo.
O Rito Escocês Antigo e Aceite nada diz sobre a imortalidade da alma ou a ressurreição. Não recorre à revelação e não impõe a crença em nenhuma verdade dogmática. Afirma, sob o nome de Grande Arquitecto, a existência de uma força comum a todo o universo, que lhe dá a sua coerência para além da sua diversidade.
Para concluir, recordemos o primeiro parágrafo da parte regulamentar das Constituições de Anderson, as Antigas Obrigações dos Maçons Livres e Aceites, que postula que a Maçonaria deve ser o centro da União de homens de diferentes origens, confissões, condições sociais e culturas que, de outra forma, nunca se teriam encontrado.
Devemos manter-nos firmemente ligados a estes princípios. E é neste espírito, garantindo a todos a plena liberdade de consciência, que várias Grandes Lojas invocam em todos os seus trabalhos o Grande Arquitecto do Universo, expressão simbólica de um Princípio criador livremente interpretável por cada membro da obediência segundo as suas convicções espirituais ou religiosas.
A obra está aberta à Glória do Grande Arquitecto do Universo, como o prova a presença, sob o esquadro e o compasso, do volume da Lei Sagrada. É a Lei que é sagrada, no sentido universal, no sentido simbólico do Volume.
O Prólogo de João, que abre este volume, não deve ser entendido como uma submissão a uma visão religiosa, e portanto a um dogma. Pelo contrário, remete para a razão e para a procura da Luz e da Verdade.
Porque seria fútil pensar sem agir, o caminho a que cada um de nós se comprometeu resolutamente como Maçons do Rito Escocês Antigo e Aceite, trabalhando para a Glória do Grande Arquitecto do Universo, é, antes de mais, um caminho de realização pessoal. É também um caminho de realização colectiva. O caminho espiritual e humanista proposto pelo Rito Escocês Antigo e Aceite tem como objectivo a nossa realização pessoal, mas é também um caminho de compromisso e de acção ao serviço do Homem e da Humanidade.
Jean-Jacques Zambrowski
Tradução de António Jorge, M∴ M∴, membro de:- R∴ L∴ Mestre Affonso Domingues, nº 5 (GLLP / GLRP)
- Ex Libris Lodge, nº 3765 (UGLE)
- Lodge of Discoveries, nº 9409 (UGLE)
Fonte
