O cingimento do avental
Tem-se tornado hábito, embora não esteja em todos os Rituais, fazer-se um momento de reflexão, antes de se adentrar ao Templo, a fim de afastar as cargas negativas profanas, que estejam sendo carregadas.
Durante o nosso Veneralato, na ARLS “Luz e VERDADE, III”, ao Oriente de Joinville, instituímos uma cerimónia, que provoca a reflexão, ao ser cingido o avental.
Não é ritualística, nem anti.
Formamos um Cadeia, em que cada Irmão coloca a sua mão esquerda (a que sai do coração) no ombro direito do Irmão ao lado (prova de confiança na sua firmeza).
Então, o Venerável Mestre pede a um Irmão para recitar a seguinte oração:
“Caros e PPOD∴ IIr∴, ao cingirmos o avental, símbolo de uma couraça contra a preocupações profanas do mundo, façamos com que nos isole e preserve delas, para maior pureza dos nossos pensamentos, palavras e trabalhos durante os sagrados períodos de arquitectura em nossa em nossa ARLS em favor da nossa mais completa união, da felicidade dos nosso semelhantes, da honra da Aug∴ Ord∴ e da glória ao “Grande Arquitecto do Universo”
Encerrada, o Venerável Mestre determina o cingimento do avental, pronuncia, seguido dos Irmãos, três palavras de Ordem (Liberdade, Igualdade, Fraternidade – Entendimento, Amor, Sabedoria – Sabedoria, Força, Beleza – Saúde, Força e União) e o cortejo adentra, ritualisticamente, o Tempo.
Quando se toma conhecimento da partida de Irmão para o Oriente Eterno, quebra-se a cadeia antes da Oração.
A prática tem revelado excelentes resultados sobre o decorrer das sessões.
Carlos Adauto Vieira, 33∴ LVIII
