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A regularidade maçónica em debate

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✍️ Desconhecido 📅 19/12/2025 👁️ 0 Leituras

regularidade

Entre a preservação da tradição e o seu uso como instrumento de poder

Uma análise crítica sobre a origem, os desvirtuamentos e a necessidade de ressignificação da Maçonaria contemporânea.

Este artigo é um alerta. Uma análise crítica e sem concessões sobre como a Maçonaria, sob o pretexto de preservar a tradição, tem permitido que a noção de regularidade seja distorcida em instrumento de exclusão e domínio institucional. Ao invés de servir à Luz, muitos usam a regularidade para destruir Templos e dividir Irmãos.

É tempo de ressignificar a Ordem e devolver à regularidade o seu verdadeiro sentido: ser ponte iniciática, e não muro de poder.

Introdução

Na condição de ex-Grão-Mestre, apesar de minhas limitações próprias do ser humano, mas firme na minha vivência na administração e no estudo constante dos valores e da história da Ordem, sinto-me no dever de reflectir publicamente sobre um dos conceitos mais deturpados e, infelizmente, instrumentalizados do universo maçónico moderno: a chamada regularidade.

Muitos a associam essa tão falada “regularidade” apenas a reconhecimento político entre potências, mas a verdade é que regularidade é muito mais profunda: ela traduz a fidelidade da instituição à essência iniciática e aos princípios universais da Maçonaria Tradicional.

O termo, que deveria remeter à fidelidade a princípios históricos e morais universais da Maçonaria, vem sendo, há décadas, convertido em ferramenta de controle, exclusão e, em muitos casos, de dominação institucional.

Trata-se de um conceito moderno, artificialmente erigido por determinadas potências com o objectivo de estabelecer hegemonias regionais e internacionais sob o manto da “tradição”.

A regularidade, hoje, tem sido usada como cabresto, como instrumento de imposição pelo medo. O medo de não ser reconhecido. O medo de não poder circular. O medo de ser considerado “irregular” por aqueles que se arrogaram o poder de definir, de forma unilateral, o que é ou não regular. Isso é sintoma de uma profunda inversão de valores.

Não se trata mais de preservar Landmarks, princípios ou ritos. Trata-se, muitas vezes, de evitar o crescimento de outras potências ou mesmo trabalhar para aniquilar outras; de manter uma reserva de mercado institucional; de assegurar territórios sob o argumento de uma suposta “legitimidade” conferida por acordos entre poucos. O conceito de territorialidade, tão combatido quando serve aos interesses de uns, é rigidamente defendido quando favorece outros.

A regularidade, como tem sido imposta por algumas potências, perdeu o carácter filosófico e se tornou um mecanismo político-administrativo. Isso não apenas empobrece a Maçonaria enquanto instituição iniciática universal, mas também desvirtua os seus princípios mais caros: liberdade, igualdade e fraternidade.

É preciso, portanto, uma reinterpretação desse conceito à luz da verdadeira Tradição, que não se mede por diplomas, chancela de reconhecimento ou fronteiras geográficas, mas pela fidelidade aos princípios iniciáticos, pela prática da virtude e pela busca sincera da Luz.

A Maçonaria não pode e não deve ser refém de estruturas de poder que se escondem por trás da palavra “regularidade”. Esta é uma discussão que precisa ser enfrentada com coragem, lucidez e compromisso com o futuro da Ordem.

Estamos falando de uma ressignificação do entendimento de gestão afectos as potências maçónicas.

A origem histórica da regularidade maçónica

Importante registar que antes não existia e não se falava em “potência maçónica”, havendo simplesmente o labutar constante sob os princípios e valores da Sublime Ordem, operacionalizada e mascarada nas guildas e

corporações de ofício. O conhecimento era passado de geração a geração única e exclusivamente pela comunicação verbal. O reconhecimento exigido era da condição de Obreiro, e se pautava única e exclusivamente na FRATERNIDADE e se dava por toques, sinais e palavras. Nenhuma importância se dava para a qual agremiação o Obreiro pertencia, pois ele era reconhecido como Maçom onde quer que estivesse – era o tempo da maçonaria operativa.

Com o advento da criação da Grande Loja Premier em 24.06.1717, que deu origem a Grande Loja Unida da Inglaterra, esta foi a primeira Grande Loja do mundo. Daí a maçonaria consagrou-se como “especulativa”, passando a admitir não só pedreiros e construtores, mas também membros de diferentes profissões, abandonando a comunicação verbal doa seus princípios e valores de forma falada e velada, que a acompanhou desde o seu princípio milenar, passando a adoptar o modelo da comunicação escrita.

Desta feita, temos que o conceito de regularidade, tal como compreendido hoje, não é originário da Maçonaria Operativa ou mesmo dos primórdios da Maçonaria Especulativa. No ano de 1723, com a publicação das Constituições de Anderson, dá-se o primeiro esforço codificado de uniformização de princípios e práticas.

No entanto, é importante notar que, à época, não havia ainda um conceito rígido ou hegemónico de regularidade. A pluralidade de práticas rituais, interpretações simbólicas e organizações locais coexistia em relativa harmonia.

O conflito entre a chamada Grande Loja dos Modernos e a Grande Loja dos Antigos (formada em 1751), revela como, desde os seus primórdios, a ideia de “regularidade” esteve vinculada mais à disputa por autoridade e legitimidade do que a um consenso sobre valores imutáveis. Ambas alegavam serem as legítimas guardiãs da Tradição Maçónica, culminando na unificação em 1813 com a criação da Grande Loja Unida da Inglaterra (GLUI), que assumiria, nos séculos seguintes, o papel de definidora global da regularidade.

A regularidade como instrumento de controle

A partir do século XIX, com a expansão colonial britânica, a GLUI passou a exercer não apenas uma liderança simbólica, mas também um controle efectivo sobre o reconhecimento de potências maçónicas ao redor do mundo. A regularidade passou, então, a ser um instrumento geopolítico, utilizado para validar ou invalidar juridicamente a existência de outras potências maçónicas.

Esta concepção conduziu a Maçonaria a uma espécie de “Estado internacional”, onde apenas algumas instituições detinham o poder de reconhecer outras como válidas. Surge, assim, um sistema de dependência institucional, em que potências maçónicas locais, em vez de se organizarem de forma autónoma e soberana, tornavam-se reféns do reconhecimento estrangeiro.

No século XX, com o fortalecimento da Maçonaria nos países latino-americanos, africanos e asiáticos, o conceito de regularidade foi instrumentalizado por algumas potências como forma de preservar zonas de influência e conter o crescimento de novas obediências independentes.

Em diversos casos, esta prática foi amparada por acordos de territorialidade não escritos, mas tácitos, que funcionam como verdadeiras cláusulas de reserva de mercado institucional.

A regularidade como cabresto

Na prática actual, a regularidade tem sido utilizada por determinadas potências como instrumento de imposição pelo medo. O medo de ser considerado irregular, de não poder visitar outras Lojas, de perder vínculos internacionais ou até mesmo de ser socialmente marginalizado dentro do universo maçónico.

Esta lógica, profundamente contraditória com os ideais universais da Ordem, distante do princípio basilar da fraternidade, transforma a regularidade num mecanismo de controle simbólico e administrativo, afastando-se do seu eventual propósito originário de preservação de princípios.

Em vez de promover a união entre os homens livres e de bons costumes, a regularidade tem servido, não raras vezes, como barreira artificial à fraternidade maçónica, especialmente quando aplicada com critérios políticos, territoriais ou personalistas.

A regularidade não se compra nem se negocia

A regularidade não é um bem transmissível, tampouco um diploma que possa ser concedido por conveniência política ou por alianças circunstanciais entre dirigentes de potências. Trata-se de um estado legítimo de conformidade de uma Obediência com a Tradição Maçónica, cuja legitimidade não decorre de reconhecimentos formais, mas sim da adesão autêntica e contínua aos princípios universais da Ordem.

É equivocado pressupor que a regularidade possa ser conferida como um favor ou retirada como forma de retaliação. A regularidade não se vende, não se compra e não se negocia — ela se demonstra na prática ritual, na fidelidade à essência iniciática e na manutenção dos Landmarks, quando estes são adoptados como referencial doutrinário.

Perde-se a regularidade não por decisões administrativas ou por divergências de ordem política, mas quando se corrompem os princípios fundamentais da Maçonaria, quando se desvirtua o espírito iniciático, quando se abdica do simbolismo como linguagem de transformação interior ou quando se afronta a ética moral que sustenta a vocação universal da Ordem.

Assim compreendida, a regularidade deixa de ser um instrumento de controle externo e se reafirma como um critério interno de autenticidade iniciática, cabendo a cada Potência, de forma soberana e responsável, preservar a sua integridade doutrinária e ritualística, sem submeter-se a pressões hegemónicas que comprometem a sua liberdade.

Os oito postulados universais da regularidade

No contexto da Maçonaria universal, regularidade refere-se à conformidade de uma Potência ou Loja com os princípios fundacionais, rituais tradicionais e normas universalmente aceitas pela comunidade maçónica regular.

Este alinhamento é fundamental não apenas para a legitimidade interna das instituições, mas também para a sua inserção no sistema de reconhecimento mútuo entre Potências regulares e para o estabelecimento de relações Inter obedienciais harmónicas e duradouras.

Tradicionalmente, uma Potência é considerada regular quando observa, entre outros, os oito postulados universais, amplamente aceitos ao redor do mundo maçónico regular como critérios essenciais de legitimidade:

  1. Crença num Ser Supremo – A aceitação da existência do Grande Arquitecto do Universo como centro moral, espiritual e transcendental da Ordem é elemento indispensável à iniciação e ao trabalho maçónico regular.
  2. Juramento sobre o Livro da Lei Sagrada – Um volume da Lei Sagrada, símbolo da Verdade revelada, deve estar aberto sobre o altar em todos os trabalhos rituais, sendo o fundamento moral e espiritual de todo juramento.
  3. Proibição de discussões político-partidárias e religiosas – A Maçonaria regular mantém-se como escola filosófica e moral, evitando o sectarismo, a ideologização e a divisão, promovendo a fraternidade acima das diferenças profanas.
  4. Preservação da Tradição Iniciática Masculina nas Lojas Simbólicas – Em conformidade com a herança histórica da Maçonaria especulativa, o ingresso nas Lojas simbólicas regulares permanece restrito ao género masculino.
  5. Fidelidade aos Landmarks e aos rituais tradicionais – São preservadas as práticas rituais estabelecidas e os princípios consagrados, evitando inovações arbitrárias que descaracterizem o conteúdo simbólico da Iniciação.
  6. Subordinação das Lojas a uma Potência legítima – As Lojas devem estar subordinadas a uma autoridade central, soberana e regular, com governo estável, estrutura institucional definida e continuidade histórica reconhecida.
  7. Respeito ao princípio da territorialidade – Dentro de território simbólico, cada Potência regular exerce a sua soberania, em face das Lojas a ela subordinadas, respeitando o princípio da jurisdição e evitando a multiplicidade conflituante de obediências.
  8. Reconhecimento mútuo e possibilidade de Inter visitação – A regularidade também se expressa por meio do reconhecimento recíproco entre Potências que comunguem dos mesmos princípios e mantenham relações fraternas, permitindo a Inter visitação entre os seus membros.

Estes postulados não são meros critérios administrativos, mas representam a régua moral, doutrinária e ritualística pela qual se pode aferir, com clareza, a legitimidade iniciática de uma Potência Maçónica. Eles garantem a preservação da Tradição, a coesão da cadeia universal e a fidelidade ao verdadeiro espírito da Ordem.

Como se aferir a regularidade de uma potência maçónica?

A regularidade de uma Potência Maçónica não se presume; ela se comprova com base em critérios objectivos que reflectem a legitimidade histórica, jurisdicional, doutrinária e documental da instituição. Tais critérios são tradicionalmente reconhecidos no âmbito da Maçonaria universal e servem como parâmetros de avaliação por outras Potências regulares.

São quatro os principais elementos que, de forma complementar e interdependente, atestam a regularidade de uma Obediência:

  1. Critério Histórico: Diz respeito à origem legítima da Potência, estabelecida por meio de uma consagração ou constituição regular, proveniente de uma Potência já reconhecidamente regular. A cadeia ininterrupta de transmissão da autoridade iniciática constitui um dos pilares fundamentais da regularidade.
  2. Critério Jurisdicional: Relaciona-se à soberania efectiva exercida pela Potência sobre Lojas simbólicas dentro de um território específico, em conformidade com os princípios da territorialidade maçónica. A ausência de sobreposição irregular de jurisdição e o respeito mútuo entre Potências são aspectos essenciais desse critério.
  3. Critério Doutrinário e Ritualístico: Refere-se à observância rigorosa dos Landmarks, das normas iniciáticas tradicionais e dos rituais consagrados pela Tradição Maçónica. A fidelidade aos princípios filosóficos, morais e simbólicos da Ordem é condição sine qua non para o reconhecimento da regularidade.
  4. Critério Documental e Testemunhal: A regularidade também se comprova mediante a apresentação de documentos oficiais, tais como cartas constitutivas, patentes de fundação, actas de instalação e, eventualmente, por tratados de reconhecimento mútuo firmados com outras Potências regulares.

Tais documentos constituem o respaldo formal e jurídico da legitimidade da Potência perante a comunidade maçónica.

Quando estes quatro critérios estão presentes de forma clara, coesa e comprovada, estabelece-se a prova inequívoca da regularidade maçónica de uma Potência. Trata-se, portanto, de um estado de legitimidade que se constrói com base em tradição, legalidade, conduta e reconhecimento, e não por simples autodeclararão ou conveniência circunstancial.

Autoridades competentes para atestar a regularidade maçónica

A verificação da regularidade de uma Potência Maçónica não se limita à sua autodeclararão, mas depende da validação por instâncias legitimadas no contexto da Maçonaria regular. Esta aferição dá-se por meio de diferentes autoridades, cada qual com competências específicas dentro da estrutura maçónica internacional.

Três grupos de agentes são tradicionalmente reconhecidos como autoridades legítimas na actuação directa ou indirecta na aferição da regularidade:

A – Potências Maçónicas Regulares em Actividade: As Potências Maçónicas reconhecidas e em plena actividade regular exercem um papel central no sistema internacional de validação da regularidade. São elas as responsáveis por emitir cartas constitutivas, patentes de fundação e autorizações para funcionamento das Lojas, bem como por celebrar tratados de reconhecimento mútuo com outras Potências.

Além disso, muitas destas Potências mantêm procedimentos internos de supervisão e auditoria, realizando inspecções, visitas oficiais e avaliações administrativas e ritualísticas para assegurar que as suas Lojas estejam operando conforme os padrões estabelecidos pela Tradição e pelos postulados universais da Maçonaria regular.

A credibilidade destas Potências decorre da sua legitimidade histórica, estabilidade institucional e adesão ininterrupta aos princípios universais da Ordem.

B – Organizações Inter maçónicas Internacionais: Diversas entidades de congregação Inter maçónica, como confederações, alianças ou associações internacionais, também actuam como espaços de reconhecimento e validação da regularidade. Tais organizações não detêm soberania sobre as Potências que congregam, mas estabelecem critérios objectivos para filiação e permanência, exigindo a conformidade com os princípios tradicionais da regularidade.

Exemplos comuns incluem conferências de Grandes Lojas, confederações continentais, federações regionais e organismos de cooperação internacional, que funcionam como fóruns de validação recíproca, promovendo a Inter visitação, o diálogo institucional e a coesão entre Potências regulares.

C – Historiadores e Especialistas em Maçonaria: Embora não detenham autoridade administrativa, pesquisadores, historiadores e estudiosos especializados em Maçonaria desempenham um papel relevante na análise crítica e histórica da regularidade. As suas investigações podem revelar aspectos importantes da origem, evolução, linhagem e inter-relações institucionais de uma Potência.

Através do estudo de documentos históricos, registos de fundação, tratados de reconhecimento e práticas rituais, esses especialistas são capazes de fornecer pareceres técnicos e fundamentados, que frequentemente subsidiam decisões de reconhecimento por parte de outras Potências.

A sua actuação, embora externa ao campo de decisão institucional, confere transparência e rigor académico às discussões sobre legitimidade maçónica, contribuindo para o esclarecimento de controvérsias e para a preservação da memória e da coerência histórica da Ordem.

Conclusão

O conceito de regularidade maçónica precisa ser urgentemente resgatado na sua essência e despolitizado na sua aplicação. O uso abusivo e instrumentalizado desse termo por determinadas Potências tem servido, não raramente, a interesses de controle institucional e hegemonia territorial, muitas vezes disfarçados sob o véu de uma suposta preservação da Tradição.

Enquanto a regularidade for empregue como instrumento de exclusão, segmentação e reserva de mercado institucional, estará gravemente distorcida em relação ao verdadeiro espírito da Maçonaria — uma escola filosófica que preza pela universalidade, pela fraternidade e pela liberdade de consciência.

Cabe, portanto, às lideranças responsáveis — Grão-Mestres, Veneráveis Mestres, estudiosos e iniciados comprometidos com a causa maçónica — promover um debate sério, profundo e desapaixonado sobre o verdadeiro significado da regularidade, devolvendo-lhe o seu carácter iniciático, ético e simbólico.

A regularidade maçónica, quando bem compreendida, é um elemento essencial para a legitimidade, estabilidade e funcionamento das Potências e Lojas. A sua identificação exige análise criteriosa e multidimensional, que envolva a observância de critérios históricos, jurisdicionais, doutrinários e documentais, com o respaldo de autoridades competentes como Potências reconhecidas, organizações Inter maçónicas e especialistas historiadores.

Somente esta abordagem crítica e fundamentada pode assegurar que a Maçonaria continue a operar em conformidade com os seus princípios fundacionais, promovendo um ambiente de fraternidade, ética e respeito mútuo entre os seus membros e instituições.

Em tempos de disputas administrativas, confusão doutrinária e pressões por reconhecimento externo, é fundamental que cada Irmão compreenda que a regularidade maçónica é, antes de tudo, uma questão de essência — não de poder. Ela reside na pureza do propósito, na legitimidade da origem e na integridade moral das Lojas e dos seus dirigentes.

Uma Potência que permanece fiel à sua origem, mesmo sob pressões externas ou campanhas de deslegitimação, não se torna irregular. Ao contrário, reafirma a sua soberania e o seu compromisso com a Tradição.

Neste sentido, torna-se cada vez mais necessária a ressignificação da Maçonaria, não como ruptura com a sua história, mas como acto consciente de reencontro com a sua missão original. Ressignificar é compreender que os mecanismos de poder, quando se sobrepõem aos princípios iniciáticos, corroem a base moral da Instituição. É também actualizar o papel da Ordem diante das transformações sociais, preservando a sua relevância, o seu prestígio e a sua capacidade de formar homens livres, éticos e comprometidos com o bem comum.

A Maçonaria não se mede pela quantidade de tratados que possui, mas pela Luz que mantém acesa nos seus Templos”.

Cléscio Galvão – Past Grão Mestre do GOB – MG

Referências Históricas e Bibliográficas

  • Anderson, James. The Constitutions of the Free-Masons, 1723.
  • Knoop, Douglas; Jones, G.P. The Genesis of Freemasonry. Manchester
  • University Press, 1949.
  • Coil, Henry Wilson. Coil’s Masonic Encyclopedia. Macoy Publishing, 1996.
  • Berman, Ric. The Foundations of Modern Freemasonry: The Grand Architects.
  • Sussex Academic Press, 2007.
  • Ligou, Daniel. Dicionário da Maçonaria. Lisboa: Publicações

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